Consultório Psicologia Previtali

“Como é feito” trata-se de um mapa do modus operandi de Psicologia Previtali.

Neste consultório a Análise Funcional é chave mestra da terapia em todo o seu processo tendo seu inicio no Inventário-Histórico de Vida.

Com visão multimodal e fundamentação comportamental (Lazarus, A. A. 1980; Kohlenberg, R. J. & Tsai, M., 2011, p. xvi) procura-se as técnicas mais eficazes que se ajustam a cada pessoa que quer melhorar sua vida. Para tanto, o processo de acordo com as contingências perpassa técnicas de abordagens terapêuticas baseadas na evidência:

1) Terapia Cognitivo-Comportamental, de Lang e Rachman;

2) Terapia Cognitiva, de Aaron T. Beck;

3) Terapia Racional-Emotiva Comportamental, de Albert Ellis;

4) Terapia Comportamental, de B. F.Skinner;  Fester, C. B., Culbertson, S., & Perrot Boren, M. C.;

5) Psicoterapia Estratégica Breve com Hipnose, de Milton H. Erickson;

6) Treinamento Autógeno, Johannes H. Schultz;

7) Relaxamento Muscular Progressivo, Edmund Jacobson;

8) Dessensibilização Sistemática, Joseph Wolpe;

9) EMDR (Eye movement desensitization and reprocessing), dessensibilização e reprocessamento através do movimento ocular, de Francine Shapiro; e

10) Psicoterapia Breve e Abrangente, ou Psicoterapia Personalista de Arnold A. Lazarus, PhD.

A meta principal é o comportamento adaptado. Por isso o trabalho terapêutico visa o sintoma-alvo, a queixa responsável pelo desconforto e/ou comportamento-problema (público ou encoberto) de modo a obter mudança e melhora na vida do paciente: fortalecer e manter o comportamento desejado, que “funciona” num tempo compatível e de modo interativo, através de uma terapia estratégica focada no objetivo.

“Além da postura geral assumida pelo terapeuta, há outras formas do ambiente ser estruturado para evocar CRBs.[1] (…) técnicas especificas usadas por vários psicoterapeutas podem ser efetivas por evocarem o Comportamento Clinicamente Relevante (CRB). Alguns exemplos são: 1) Associação livre, que pode ser vista como a apresentação de uma tarefa não estruturada que impele a introspecção e evoca o CRB correspondente; 2) Hipnose, que pode evocar o CRB relacionado a renunciar ao controle; 3) Lições de casa: pode evocar CRBs relacionados a contracontrole ou a obediência excessiva; 4) Exercícios de imaginação: possibilitam evocar CRBs relacionados a estar sob restrição, emocionado ou em processo criativo. A reestruturação cognitiva, a técnica das cadeiras vazias, relatar sonhos e a terapia do grito primal certamente evocam CRB1s apropriados para alguns clientes”. (Kohlenberg e Tsai, 2001, p. 31). 

“A realidade e a noção de realidade, nesta abordagem contextualista que visa compreender as pessoas, é função das histórias experienciais únicas daqueles, para  os  quais  uma realidade particular é relevante.  Em outras palavras, a percepção que uma pessoa tem da realidade é um produto do contexto na qual esta percepção ocorre. Como o contexto desempenha um papel  central nesta  teoria,  a  questão mais  importante não é se a teoria está certa, em um sentido objetivo, mas  sim se  a  teoria é útil,  do  ponto de vista  pragmático:  ela  leva  ao  desenvolvimento  de  intervenções  terapêuticas  úteis, diminuindo o  sofrimento humano e facilitando aos  indivíduos  terem vidas  plenas de significado, produtivas  e  satisfatórias?”. (Kohlenberg, R. J. & Tsai, M. 2011, p.24). (grifo do autor).

“Ela (Mavis Tsai) está interessada em abordagens multimodais de orientação comportamental que tratam e engrandecem mente, corpo, emoções e espírito”. (Kohlenberg, R. J. & Tsai, M. (2011, p. xvi). (grifo do autor).

Referências

Kohlenberg, R. J., & Tsai, M. (2001). Psicoterapia Analítica Funcional (F. Conte, M. Delliti, M. Z. Brandão, P. R. Derdyk, R. R. Kerbauy, R. C. Wielenska, R. A. Banaco, R. Starling, trads.). Santo André, SP: ESETEc (Obra publicada originalmente em 1991).

Kohlenberg, R. J. & Tsai, M. (2011) Um Guia para a Psicoterapia Analítica Funcional (FAP) Consciência, Coragem, Amor e Behaviorismo. Trad. Org. Fátima Cristina de Souza Conte e Maria Zilah Silva Brandão. Santo André, SP: Springer. ESETec. 1ª ed.  2011. p. 288.

Lazarus, A. A. (1980). Terapia multimodal do comportamento. Tradução organizada por U. C. Arantes. 1ª Edição. São Paulo: Manole. (Trabalho original publicado em 1975).

Fester, C. B., Culbertson, S., & Perrot Boren, M. C. (1977). Princípios do comportamento. São Paulo, SP. Hucitec

[1]  CRB1 – os comportamentos-problema, que a psicoterapia visa reduzir a frequência; CRB2  – os progressos alcançados pelo cliente, cuja frequência se buscar aumentar com as intervenções terapêuticas; CRB3 – são as análises feitas pelo cliente sob controle discriminativo do seu comportamento adaptado ao meio.

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