Uma equipe médica da Universidade de Harvard, em 1.998, observou o comportamento cerebral durante um transe hipnótico, utilizando o eletroencefalograma (EEG) e a tomografia por emissão de posítrons (PET). Durante a indução, praticamente todo o hemisfério cerebral esquerdo é ativado. Ocorre, então, uma desativação progressiva do giro frontal superior esquerdo, que leva o ritmo cerebral ao nível alfa (com 8 a 13 ciclos/s, ao EEG) e a um aumento da aptidão ao pensamento dedutivo consciente. Isso faz com que o cérebro do indivíduo creia que a mensagem sugerida é real, respondendo a ela através de sua conduta psicossocial e orgânica
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