Sua metodologia se pauta em 3 Ms e 2Rs visando:
MOTIVAR – é essencial. A vontade de mudar é 50% do caminho. Isso pode acontecer através de um bom rapport. Irá agir no ganho secundário.
METAFORIZAR – é o meio de ser indireto atingindo o cliente nos dois níveis de inconsciência: histórias, piadas, casos, contos... As metáforas são como pontes no tratamento e viabilizam a ressignificação. Feito sob medida.
MOVER – promover mudanças na direção desejada pelo cliente. Prescrever tarefas usando as resistências e os próprios sintomas. Utilizar o que o cliente traz na direção da cura. Movimento que vem de dentro.
RESPONSIVIDADE – responder às mínimas pistas. Não exagerar na carga.
RECURSOS - Todo mundo tem sua riqueza interior. A ela que será dirigida a ressignificação.
"Cada pessoa é um indivíduo único. Desta forma, psicoterapia deveria ser formulada para encontrar a particularidade das necessidades individuais, ao invés de recortar a pessoa de modo a caber na cama procusteana de uma teoria hipotética do comportamento humano". (Milton H. Erickson, M.D.)
Hipnoterapia é o uso terapêutico da hipnose, ou o tratamento de uma doença com o uso de técnicas hipnóticas. É espécie de psicoterapia, que facilita a sugestão, a reeducação ou a análise por meio da hipnose. Se a intervenção psicoterapêutica hipnoassistida tem primordialmente objetivo de análise, fala-se em hipnoanálise. (Wikipédia).
Milton H. Erickson (1901-1980)
O psiquiatra e psicólogo americano (à esq.) repensou a hipnoterapia e inventou o uso de metáforas para alcançar o inconsciente do paciente e tratar as causas dos problemas. Terapeuticamente, até essa época a hipnose era usada de um modo impositivo para a eliminação dos sintomas.