Cérebro é feliz
O neurotransmissor da alegria - a dopamina - é gerado no cérebro mediante uma situação positiva.
Conduzido até o córtex cerebral em forma de impulsos essas moléculas produzem sensação de bem-estar possibilitando criatividade, calma, facilidade de aprendizagem e serenidade.
A maior área na arquitetura mental está abaixo do limiar da consciência regida pelo princípio do prazer. São as equivalentes estruturas do lobo límbico, responsável pela emoção, memória, aprendizagem, dirigidas pelo hemisfério direito, que funciona com base no raciocínio dedutivo.

Sobre a preservação da mente, em
1930, Freud escreveu: “Tudo sobrevive de um modo ou de outro, e é capaz, sob certas condições, de ser trazido outra vez à luz... quando a regressão ao passado alcança uma extensão suficiente”.
A hipnose facilita o uso das técnicas de regressão, distorção do tempo,
Autoscopia, entre outras. Nela, aborda-se diretamente os eventos traumáticos arquivados na memória.


Um cérebro em hipnose
A hipnose baixa a freqüência das ondas cerebrais integrando os sistemas: nervoso autônomo, endócrino e imunológico, para produzir a psiconeuroimunoestimulação ativando as moléculas mensageiras e tornando o organismo auto-imune para a cura mente-corpo.
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Relaxamento No início da hipnose ocorre a ativação de parte do hemisfério “E” pela indução |
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Desativação progressiva do giro frontal superior “E”, com aumento do pensamento dedutivo. |
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Criatividade Alta Ativação bilateral dos lobos occipitais com aumento da imaginação e visualização. |
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Sono Profundo Ativação do giro anterior do cíngulo à “D” promovendo alucinações e analgesia |
A Sincronização Cerebral foi longamente estuda pelo Dr. Nitamo Federico Montecucco, do Cyber Holistic Research, de 1990 a 1994, na Itália e em dois mosteiros indianos. Ele testou a instabilidade da atividade entre os dois hemisférios.
A dessincronização eletroencefalográfica entre os hemisférios cerebrais com preponderância no esquerdo, provocava em certos indivíduos a falta de consciência e doenças psicossomáticas. Por outro lado, havia um alto nível de sincronização inter-hemisférica experimentada por pessoas saudáveis que praticavam meditação e relaxamento.
Hipnose vem do grego hipnos, deus do sono na mitologia grega e foi cunhado por um médico inglês, James Braid. Ele verificou poder induzir seus pacientes a um “estado de sono”. Daí alguns chamarem-na de braidismo. Em vão Braid tentou mudar o nome para monoideísmo – fixação de uma única idéia, ao descobrir ser um sono paradoxal.
Veja a Comprovação Neurológica da Hipnose
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Os estados de consciência vão da vigília ao sono, com diferentes freqüências de ondas cerebrais: |
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