Teoria da Exclusão Psíquica Relativa

 

 

A teoria da exclusão psíquica relativa da mente sustenta a premissa de que a mente objetiva age indutiva e dedutivamente e a subjetiva só raciocina dedutivamente. Quando a pessoa entra em estados de ondas cerebrais profundos dá lugar à mente subjetiva, onde estão os arquivos da memória. Quando isto acontece pode-se trabalhar os medos, as angustias e outras doenças psicossomáticas. Deve-se levar em conta que algumas pessoas são hipnotizadas com mais facilidade. Mas, com certo treino todas as pessoas podem entrar em algum nível (estado hipnoidal, leve, médio, profundo e sonambúlico) para o tratamento.

Todo ser humano, na verdade, possui duas mentes: uma objetiva, racional (consciente) e outra subjetiva, emocional (inconsciente) habitando o seu cérebro.
A Neurociência tem mostrado as atividades do hemisfério cerebral direito mais ligado às emoções e as do esquerdo à razão. Esta coordenando as funções sensoriais: visão, audição, olfato, paladar e tato, bem como as funções mentais.

 

A mente está sempre em atividade quer na vigília quer no sono

 

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