Cérebro e coração: razão e emoção

Cada indivíduo possui dois cérebros: o racional (na superfície), assim como o cérebro emocional (em profundidade). O primeiro aloja o pensamento e a linguagem e, o outro, o sistema límbico, manipulando símbolos, sendo responsável pelo controle da fisiologia do corpo (ritmo cardíaco, pressão arterial, apetite, sono, libido e o sistema imunológico). Dr. Schreiber
sistema_limbico
Coração
Balanca Previtali Movimento
Emoções bem direcionadas e bem situadas parecem constituir um sistema de apoio sem o qual o edifício da razão não pode operar a contento. Damásio

UM MUNDO A SER EXPLORADO

Você sabe dizer qual a diferença entre razão e emoção? Para muitos, a resposta está na ponta da língua: a primeira acontece na cabeça e a segunda dentro do peito. Há, porém, muitos mais mistérios e curiosidades sobre esses dois do que se pode imaginar. Na primeira aba deste infográfico, você irá entender as principais peculiaridades entre ambos, se são antagônicos ou se harmonizam, descobrir se é mais racional ou emocional, além de entender a reação do cérebro em diferentes situações e grandes eventos com multidões, tais como shows musicais.

RAZÃO E EMOÇÃO

Há quem se orgulhe de dizer que só age racionalmente, e há quem não tenha a menor vergonha em declarar o quão intenso é emocionalmente. Para a Dra. Sonia Brucki, coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento, “pela razão você toma decisões e analisa os fatos utilizando os parâmetros que conhece, desprovidos da emoção, campo em que você deixa sentimentos interferirem nas suas escolhas”. A opinião da médica não destoa da emitida pelo psicólogo Paulo Tessariolli: “a razão traz os aspectos cognitivos, pensamentos e raciocínio. A emoção está diretamente ligada aos sentimentos, ao que está sendo vivido naquele momento”.

Crédito: Thinkstock

TUDO JUNTO E MISTURADO

Independente se você racionaliza cada acontecimento ao seu redor ou se deixa levar pelas emoções com facilidade, não dá para dissociar um campo do outro, como se fossem o bem e o mal ou o preto e o branco. “Essa separação é feita por uma questão didática, para que haja entendimento, visto que razão e emoção estão juntas no que se refere aos aspectos psicológicos”, diz Tessariolli. Pois é, é impossível dividi-las na prática, já que estão inseridas uma na outra.

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