O cérebro é feliz

Biologia do prazer 2

O neurotransmissor da alegria  – a dopamina – é gerado no cérebro mediante uma situação positiva.

Conduzido até o córtex cerebral em forma de impulsos essas moléculas produzem sensação de bem-estar possibilitando criatividade, calma, facilidade de aprendizagem e serenidade.

A maior área na arquitetura mental está abaixo do limiar da consciência regida pelo princípio do prazer. São as equivalentes estruturas do lobo límbico (sistema límbico), responsável pela emoção, memória, aprendizagem, dirigidas pelo hemisfério direito do cérebro, que funciona com base no raciocínio dedutivo.

Sobre a preservação da mente, em 1930, Freud escreveu: “Tudo sobrevive de um modo ou de outro, e é capaz, sob certas condições, de ser trazido outra vez à luz… quando a regressão ao passado alcança uma extensão suficiente”.

A hipnose facilita o uso das técnicas de regressão, distorção do tempo, autoscopia, entre outras.  Nela, abordam-se diretamente os eventos traumáticos arquivados na memória. Esses processos mostram que por sua plasticidade e recursos o cérebro é feliz.