O Futuro da Hipnose Terapêutica

RESUMO

Esta é uma reflexão sobre o futuro da hipnose como um procedimento de investigação e um ferramental terapêutico abrangente, econômico, prático, ético e eficaz que possibilite saúde em todas as dimensões ao ser humano inserido num contexto de economia globalizada arrochada, exposto a uma variedade de técnicas terapêuticas, numa época pós-moderna em que o tempo se converteu num capital escasso e os vínculos cada vez mais fragilizáveis, que se possa aqui dar ao próprio Freud a oportunidade de reparar a brecha causada por ele na pesquisa e na terapêutica mental pelo seu abandono da hipnose pela psicanálise sempre aludido em sua obra, e para que suas perspectivas de que existem “outras possibilidades ainda não imaginadas de terapias” possam efetivamente se consubstanciar.

INTRODUÇÃO

Este trabalho é uma reflexão sobre a expectativa cada vez mais crescente de se poder ver num futuro próximo e a hipnose como um instrumento de ponta na pesquisa profilática para o bem-estar humano, no apoio às ciências da saúde e na psicoterapêutica do homem como um ser bio-psico-socio-espiritual.

A idéia deste trabalho surgiu em consequência de cursos livres de hipnose em Petrópolis e de quando cursava Psicologia e principalmente ao receber, durante os estágios clínicos, pacientes recidivantes oriundos de outras psicoterapias de longa duração com técnicas não-diretivas.

Este trabalho articula o fato do homem de hoje estar inserido num contexto de economia globalizada arrochada, exposto a uma variedade de técnicas terapêuticas, inclusive “breves”, numa época pós-moderna em que o tempo se converteu num capital escasso e os vínculos humanos cada vez mais fragilizáveis. Também passa-se em revista alguns nomes que contribuíram para o advento da hipnose e sua áurea ascendência.

É feito aqui um contraponto com uma questão sempre suscitada por Freud em toda a sua obra, quer de modo explícito ou dissimulado, de que houve uma grande perda para a terapêutica das afecções mentais no seu abandono de chofre do método hipnótico-catártico, na construção da psicanálise e que nada foi posto em seu lugar. Aspira-se então que essa demanda venha efetivamente ser atendida em base jurídica, disciplinada e responsável num futuro próximo através da hipnose terapêutica.

A conclusão será algo um tanto aberta considerando que uma sistematização da hipnose ainda esta por acontecer, pois, a cada dia a pesquisa e clínica renova a teoria.

CONCLUSÃO

O tratamento hipnótico possibilita o livre acesso ao material abaixo do limiar da consciência. Na criação do método analítico perdeu-se a visão direta do aparelho psíquico. A visão linear pode ser mais abrangente, porém, a visão pontual oferece uma percepção com maior número de detalhes pela resolução do seu foco.

A saúde mental carece de clínicas, teorias e técnicas que contemplem o ser humano de modo extenso e profundo. E a hipnose terapêutica em suas mais diferentes interfaces tem respostas práticas e de resultados que podem atender as questões demandadas em tempo, eficácia e custos, mormente através da hipnoanálise pela junção de uma forte teoria clínica – a psicanálise – com uma procedimento técnico insofismável – a hipnose.

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