A Química da Depressão e a Hipnose

quimica que a depressão e tristeza produzem no corpo

Conforme estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas no mundo enfrentam a depressão.

SINTOMAS DA DEPRESSÃO:

  1. Cansaço excessivo;
  2. Desânimo, demanda de mais esforço para realização de tarefas;
  3. Desinteresse, apatia e desmotivação;
  4. Baixa capacidade de sentir prazer em atividades que eram agradáveis;
  5. Indecisão, isolamento e insegurança;
  6. Humor deprimido, ansiedade e angústia;
  7. Negativismo e baixa autoestima;
  8. Falta de sentido na vida;
  9. Sensações de medo, vazio, desespero, desamparo e desesperança;
  10. Distorção cognitiva ou uma visão particularizada e/ou pessimista que foge a realidade dos fatos.

Em 1977, o cientista Weiner confirmou o tratamento por hipnose em múltiplos transtornos psicossomáticos e em 1981, Ader demonstrou por estudos psiconeuroimunológicos como o sistema imunológico se comunica com o hipotálamo através de imonotransmissores nomeados “moléculas mensageiras”: neuropeptídeos, citocinas,

Hormônios e neurotransmissores.

· Endorfinas e encefalinas: bloqueiam a dor, agindo naturalmente no corpo como analgésicos.

· Dopamina: neurotransmissor inibitório derivado da tirosina.

Produz sensações de satisfação e prazer. Os neurônios dopaminérgicos podem ser divididos em três subgrupos com diferentes funções. O primeiro grupo regula os movimentos: uma deficiência de dopamina neste sistema provoca a doença de Parkinson O segundo grupo, o mesolímbico, funciona na regulação do comportamento emocional. O terceiro grupo, o mesocortical, projeta-se apenas para o córtex pré-frontal. Esta área do córtex está envolvida em várias funções cognitivas, memória, planejamento de comportamento e pensamento abstrato, assim como em aspectos emocionais, especialmente relacionados com o stress.

como a depressão age no corpo

“Pode ser indicada como auxílio terapêutico em distúrbios psíquicos como tiques, fobias, depressão e síndrome do pânico, bem como em casos de vícios (tabagismo, alcoolismo, drogadição). Tem sua ação comprovada também no controle da dor, sendo utilizada, por exemplo, por dentistas e até em cirurgias. Sua aplicação em outras áreas, como esporte, aprendizado e regressão de idade são outros destaques
de sua utilização.

No tratamento da lombalgia (dor nas costas), por exemplo, podemos combinar o relaxamento muscular e analgesia (alívio da dor) através da hipnose com resultados a curto prazo. Passada a fase de dor, programa-se o tratamento reabilitacional do paciente combinando outras técnicas como acupuntura, osteopatia, e outras terapias manuais, sempre respeitando sua individualidade”. (Gilbert Bang) 


Psicólogo João Previtali – Curitiba